"O COBRAMSEG me conquistou". Assista a entrevistas com o público do COBRAMSEG 2026 - ABMS
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"O COBRAMSEG me conquistou". Assista a entrevistas com o público do COBRAMSEG 2026

04/09/2026

A ABMS dá voz ao público que esteve presente no COBRAMSEG 2026, entre os dias 24 e 28 de agosto, em Brasília. Participantes de diferentes regiões do país e de diversas frentes da geotecnia, da mineração à pesquisa acadêmica, compartilharam suas impressões sobre o evento e suas trajetórias na área.

Rafael Cristiano Piton é catarinense, formado em Engenharia Civil e atualmente mestrando em Engenharia de Infraestrutura e Geotecnia pela UFSC, atua há três anos na Vale, em Parauapebas (PA), com investigações geotécnicas aplicadas à mineração. Para ele, o COBRAMSEG é uma presença constante desde a graduação:

"Desde a graduação, confesso que o COBRAMSEG me conquistou. Desde então, participei da maioria das outras edições. É um evento que nós sempre tentamos participar, como uma maneira de adquirir conhecimento, conhecer empresas e outras áreas."

Do Rio de Janeiro, Lucas Locatelli é formado pela UFRJ e atua no Centro de Pesquisa em Geofísica Aplicada, onde desenvolve projetos que integram métodos geofísicos e geotécnicos para o monitoramento contínuo de barragens e estruturas de mineração. Em sua primeira participação no congresso, destacou a riqueza da troca entre diferentes formações: "Essa troca com o engenheiro civil, por exemplo, a troca entre pessoas com percepções e visões diferentes agrega muito no trabalho."

Já João Vítor de Azambuja, doutorando em Geotecnia na UFRGS, tem se dedicado a pesquisas sobre modelos construtivos e estruturas mais sustentáveis e resilientes para a mineração. Para ele, o congresso é uma oportunidade única de conexão entre academia e mercado: "Nós conseguimos fazer contatos, novas oportunidades de pesquisa, novas oportunidades de mercado. Para podermos, como uma comunidade, realmente avançar a geotecnia no nosso país."

Os depoimentos reforçam o papel do COBRAMSEG como espaço de formação, networking e integração entre diferentes gerações e áreas de atuação da engenharia geotécnica brasileira.

Confira o vídeo completo.

Representando o grupo de pesquisa GeoInfra da USP, Felipe de Almeida também esteve no COBRAMSEG 2026 na condição de pesquisador. Coordenado pelo professor Marcos Massao Futai, o grupo reúne mestrandos e pós-doutorandos dedicados a estudar os efeitos das mudanças climáticas na resiliência de infraestruturas lineares, com frentes de pesquisa voltadas a taludes, túneis e fundações. Felipe apresentou trabalhos no congresso ao lado de seus colegas, e destacou o valor do evento como espaço de troca entre mercado e academia: "A gente está aqui no evento para poder ver o que o pessoal tem feito na prática, tanto nas empresas quanto na pesquisa, e poder também colaborar com os colegas."

Já Alan Brito, também integrante do GeoInfra, atua na frente de fundações do grupo. Brito apresentou no congresso trabalhos desenvolvidos ao longo do ano em laboratório e destacou o reencontro com colegas de formação como um dos pontos altos da experiência: "A gente consegue ver antigos colegas e professores da graduação e do mestrado. A feira também está bem bacana, com muitas empresas, algumas que eu ainda não tinha visto."

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