No Mês da Mulher, novas associadas ressaltam papel da ABMS como impulsionadora do desenvolvimento profissional
11/03/2026
Com o objetivo de celebrar o Mês da Mulher e destacar a crescente presença feminina na engenharia geotécnica, a ABMS lança novo conteúdo que reúne depoimentos inspiradores de suas mais recentes associadas, que representam diferentes trajetórias profissionais no setor.
O vídeo apresenta as visões de Gabriela Macedo Miranda, integrante do Grupo Geojovem da ABMS, e Adriana Arendt Talamini.
Gabriela é geóloga especializada em engenharia geotécnica de infraestrutura, trabalhando em projetos metroviários, ferroviários e rodoviários. Adriana é geóloga especialista em geotecnia ambiental, geologia aplicada à engenharia e mecânica das rochas, atuando como professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Ambas ressaltam como a ABMS representa muito mais do que uma associação profissional, sendo um caminho natural para quem deseja crescer tecnicamente e se manter atualizado em um campo em constante evolução.
Por que se associar?
Gabriela destaca que a associação oferece uma comunidade técnica renomada e qualificada que contribui para o crescimento e o desenvolvimento dos profissionais na área da engenharia geotécnica. Para ela, a filiação representa o caminho natural de quem busca desenvolvimento profissional contínuo.
Já Adriana, encontrou na ABMS a oportunidade de se aprofundar em uma especialidade específica: a mecânica das rochas.
Entre os benefícios mencionados por elas estão:
Desconto em eventos;
Acesso à publicações;
Participação em Comitês Técnicos;
Atualização sobre o setor.
Mulheres na geotecnia
Um dos principais pontos destacados pelas entrevistadas é a mudança significativa na composição de gênero da profissão. Historicamente, a engenharia tem predominância masculina, tanto nos escritórios quanto nos canteiros de obra. No entanto, esse cenário vem se transformando.
"Hoje nós vemos muito mais mulheres dentro do ambiente das universidades, na pesquisa, nas empresas de consultoria, nos canteiros de obras e também nas posições de liderança dentro da engenharia, seja no setor privado ou no setor estatal", diz Gabriela.
Adriana corrobora essa observação a partir de sua experiência no Departamento de Geologia da UFPR: "Quando eu fui aluna aqui, tinha apenas uma ou duas mulheres, mas isso mudou. Hoje em dia, tenho muitas colegas mulheres e acho que o departamento está bem equilibrado", relata.
Assista ao vídeo completo:
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